terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ô abre alas …

Long time, no see, eh?

OldLady_Net

 

Pois, estive em um tempo de grande trabalho – e grande preguiça, também. Tenho escrito mais no Facebook e exercitando uma frase de Winston Churchill : das palavras, a mais simples. Das mais simples, a menor. Resultado: como não tenho muito para falar, fico sem escrever.

Porém, hoje, que é Mardi Gras, resolvi desentralhar algumas coisas e descobri isso, no Facebook (tradução minha):

Cinco verdades das quais você não pode discordar

1 - Você não pode dar a prosperidade aos pobres por decreto, tirando a prosperidade dos ricos por decreto.
2 - O que uma pessoa recebe SEM trabalhar é fruto do que outra pessoa teve de trabalhar SEM receber.
3 - O governo não pode dar a uma pessoa quaquer coisa sem tirá-la de outra pessoa primeiro.
4 - Você não pode multiplicar a riqueza dividindo-a.
5 - Quando metade das pessoas imaginam que não precisam trabalhar    porque a outra metade vai cuidar delas; e quando a outra metade imagina que não é legal trabalhar porque  outros vão ter o fruto de seu trabalho, este é o início do fim de uma nação.

(peguei no Facebook. Não sei a autoria)

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Anti-resoluções para MMXIII

Quase 16 horas de MMXII e … ESTOU COM SONO!!

Isso, porque não fiquei acordada até meia noite, para ver os fogos. Aliás, nem precisava, eles me acordaram do mesmo jeito. Então, estou com sono.

[UNSET]

Mas tudo bem, vamos em frente, que atrás vem um monte de gente.

E antes que alguém me cobre, não fiz nenhuma lista de resoluções para MMXII. Pretendo ficar viva e saudável, na medida do possivel, na minha idade. Se eu encarar, faço uma ginástica. Acho que vou fazer um curso de Inglês na empresa onde presto serviços. Pretendo fazer cartões de Dia das Mães para vender no bazar da Igreja. Sim, eu sei que deveria ter feito os de Natal, e acabei não fazendo. Mal e mal, fiz o da Paula. Pretendo mandar cartões de início de ano para meus amigos. Quero melhorar minhas fotos. Quero melhorar meu jeito de escrever, o que me leva a crer que deverei visitar mais vezes o meu velho volume do Domingos Paschoal Cegalla. Talvez eu comece a estudar Latim. E fazer bijuterias. Quero levar ao extremo essa minha mania de andar de pulseiras. Quero viajar, de novo. Para Nova Iorque e Washington D.C., de novo. Eu me apaixonei por Washington D.C.

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Quem sabe, eu resolva entrar numa escola de canto. E manter meu quarto em ordem. Talvez eu resolva não comprar livros às mancheias, só os que nos interessem, realmente. Nem ficar comprando papéis e carimbos – tenho-os às pencas.

Quero aprender a combater os esquerdiotas e atontos. (Isso é como querer emagrecer 30 quilos em dois dias). Quero ler mais sobre Ronald Reagan e Margareth Tatcher.

Reagan_Beth

Quero ser uma boa católica – o que não significa que serei uma grande tontona. Quero aprender a dizer não, quando essa for a minha vontade. Quero continuar aprendendo a ser leal com meus amigos, justa com meus inimigos. E, sim, não vou ficar triste com a notícia da morte de hugo chavez, fidelcastro e outros da laia. A morte deles não me diminui, como diria John Donne.

Levarei à sério esse negócio de não torcer pela selecinha.

E, antes que me perguntem, MMXIII é 2013 em números romanos.

(aviso que este post NÃO foi escrito sob o efeito de bebidas alcólicas ou qualquer outro tipo de amaciante cerebral.)

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Hoje é dia de guaraná-kaywoii!!!

Hoje, acoredi bem humorada. Para uma segunda feira após o rebaixamento do meu time – vou falar sim, e daí? – eu topo com essa belezura de texto, do Luiz Felipe Pondé, na Falha de São Paulo (não errei, não).

Os grifos, negritos e coloridinhos são meus, ok?

LUIZ FELIPE PONDÉ

Guarani Kaiowá de boutique

As redes sociais são mesmo a maior vitrine da humanidade, nelas vemos sua rara inteligência e sua quase hegemônica banalidade. A moda agora é "assinar" sobrenomes indígenas no Facebook. Qualquer defesa de um modo de vida neolítico no Face é atestado de indigência mental.

As redes sociais são um dos maiores frutos da civilização ocidental. Não se "extrai" Macintosh dos povos da floresta; ao contrário, os povos da floresta querem desconto estatal para comprar Macintosh. E quem paga esses descontos somos nós.

Pintar-se como índios e postar no Face devia ser incluído no DSM-IV, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.

Desejo tudo de bom para nossos compatriotas indígenas. Não acho que devemos nada a eles. A humanidade sempre operou por contágio, contaminação e assimilação entre as culturas. Apenas hoje em dia equivocados de todos os tipos afirmam o contrário como modo de afetação ética.

Desejo que eles arrumem trabalho, paguem impostos como nós e deixem de ser dependentes do Estado. Sou contra parques temáticos culturais (reservas) que incentivam dependência estatal e vícios típicos de quem só tem direitos e nenhum dever. Adultos condenados a infância moral seguramente viram pessoas de mau-caráter com o tempo.

Recentemente, numa conversa profissional, surgiu a questão do porquê o mundo hoje tenderia à banalidade e ao ridículo. A resposta me parece simples: porque a banalidade e o ridículo foram dados a nós seres humanos em grandes quantidades e, por isso, quando muitos de nós se juntam, a banalidade e o ridículo se impõem como paisagem da alma. O ridículo é uma das caras da democracia.

O poeta russo Joseph Brodsky no seu ensaio "Discurso Inaugural", parte da coletânea "Menos que Um" (Cia. das Letras; esgotado), diz que os maus sentimentos são os mais comuns na humanidade; por isso, quando a humanidade se reúne em bandos, a tendência é a de que os maus sentimentos nos sufoquem. Eu digo a mesma coisa da banalidade e do ridículo. A mediocridade só anda em bando.

Este fenômeno dos "índios de Perdizes" (é o nosso pedaço!!) é um atestado dessa banalidade, desse ridículo e dessa mediocridade.

Por isso, apesar de as redes sociais servirem para muita coisa, entre elas coisas boas, na maior parte do tempo elas são o espelho social do ridículo na sua forma mais obscena.

O que faz alguém colocar nomes indígenas no seu "sobrenome" no Facebook? Carência afetiva? Carência cognitiva? Ausência de qualquer senso do ridículo? Falta de sexo? Falta de dinheiro? Tédio com causas mais comuns como ursinhos pandas e baleias da África? Saiu da moda o aquecimento global, esta pseudo-óbvia ciência?

Filosoficamente, a causa é descendente dos delírios do Rousseau e seu bom selvagem. O Rousseau e o Marx atrasaram a humanidade em mil anos. Mas, a favor do filósofo da vaidade, Rousseau, o homem que amava a humanidade, mas detestava seus semelhantes (inclusive mulher e filhos que abandonou para se preocupar em salvar o mundo enquanto vivia às custas das marquesas), há o fato de que ele nunca disse que os aborígenes seriam esse bom selvagem. O bom selvagem dele era um "conceito"? Um "mito", sua releitura de Adão e Eva.

Essas pessoas que andam colocando nomes de tribos indígenas no seu "sobrenome" no Face acham que índios são lindos e vítimas sociais. Eles querem se sentir do lado do bem. Melhor se fossem a uma liquidação de algum shopping center brega qualquer comprar alguma máquina para emagrecer, e assim, ocupar o tempo livre que têm.

Elas não entendem que índios são gente como todo mundo. Na Rio+20 ficou claro que alguns continuam pobres e miseráveis enquanto outros conseguiram grandes negócios com europeus que, no fundo, querem meter a mão na Amazônia e perceberam que muitos índios aceitariam facilmente um "passaporte" da comunidade europeia em troca de grana. Quanto mais iPad e Macintosh dentro desses parques temáticos culturais melhor para falar mal da "opressão social".

Minha proposta é a de que todos que estão "assinando" nomes assim no Face doem seus iPhones para os povos da floresta.

sábado, 10 de novembro de 2012

Artes, artes …

Hoje, só para fotos, fotos, fotos …

São Paulo, apesar da burrada que fez, continua sendo a minha cidade.

E como hoje é sábado, é dia de …. TIRAR FOTOS!!!!

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Descobri que temos uma Casa Rosada em São Paulo. Sem Cristina Kirchner.

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O Parque está passando por uma grande reforma.

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E o pavão estava num de seus dias “Ney Matogrosso”

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Para tirar uma foto, foi suado …

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…  tive de suportar esse descaso da ave …

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… até que ele resolveu se mostrar em todo o seu esplendor. Lembrei-me de Clovis Bornay e suas fantasias ma-ga-vi-lho-sas!!!

sábado, 13 de outubro de 2012

Gente que a gente não esquece

Eu devia ter falado nele ontem, mas resolvi trocar as bolinhas.Ontem falei de Paul Simon, que nasceu em 13/10. Hoje falo de John Denver, que morreu em 12/10. Creio já ter falado dele anteriormente, mas tudo bem, vai um pouquinho de história. Com um papai da Força Aérea, o rapaz não tinha morada fixa. Foi estudar engenharia ou arquitetura (preguiça de procurar), mas gostava de compor, participou do Chad Mitchell Trio, até que uma de suas canções “Leaving on a Jet Plane”, nas vozes de Peter, Paul & Mary (quem, eu gosto de folk?? MAGINA!!) estourou no Norte e ele partiu para carreira solo. Baseado numa casa nas Montanhas Rochosas, cantava sobre as montanhas, as águias, a ecologia em geral, antes de virar esse mimimi enjoado. Chegou a cantar com os Muppets (fez um especial de Natal que é muito bonito) e com Placido Domingo (aí, eu já não gostei muito). Terminou por morrer em um acidente aéreo, quando testava um novo tipo de avião.

Segue uma das músicas – entre tantas – que eu aprecio de montão. Como sempre, deixe carregar e divirta-se.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O personagem da semana

Ruy Castro escreveu “Saudades do Século  XX”, falando de atores, cantores e diretores que marcaram o século, mesmo antes de seu final.

Pois eu vou na linha e vou falar sobre o que me traz um pouco de saudades do século passado.

Começo com um dos melhores – na minha opinião – compositores/cantores da música norte-americana.

Paul Frederick Simon nasceu em Newark, em 13/10/1941 e formou dupla com seu eterno partner, Art Garfunkel, desde adolescente. Entre idas e vindas de grupos, Simon descobriu que uma de suas músicas, ”The sound of silence”, estava fazendo sucesso, numa versão “eletrificada”. Dalí para o estouro, um passo. Escreveu “Mrs. Robinson”, para o filme “The Graduate” (A primeira noite de um homem) e, com Garfunkel, gravou seis álbuns, todos premiados com o Disco de Ouro. Eu sou suspeita para falar, pois sou fã dos rapazes desde meus doze anos, quando ganhei o primeiro compacto da dupla, “The Boxer”. Até hoje, essa canção me é cara ao coração. Simon sempre falou da solidão e dos “off-the-road” de Nova Iorque. Outra característica sua: a facilidade de se integrar em outros ritmos. Pode parecer estranho, mas ele foi um dos primeiros músicos a dar destaque ao reggae (Mother & Child Reunion), à música andina (El condor pasa), à música de New Orleans (Take me to the Mardi Gras) e, por fim, à música da África do Sul (pré queda do apartheid) e Brasil (Olodum), em “Graceland” e “Rhythm of the saints”. Confesso que, depois desse último álbum, perdi um pouco o contato com 0 baixinho, mas soube que ele fez uma homenagem tocante no último 11/09, em Nova Iorque. Ele foi casado com Peggy Harper (que, dizem, levou um puxão de orelhas do governo militar brasileiro em 1969, quando veio ao país, acompanhando Simon, que foi presidente do juri no Festival Internacional da Canção daquele ano. Ela estava usando uma camiseta com a faccia do cheguevara. Pessoalmente, estou com os militares); com Carrie Fischer (Princesa Leia de “Star Wars”) e, atualmente, está casado com a música Edie Bricknell, com quem tem três filhos. Aventurou-se pelo mundo do cinema, fazendo “One Trick Pony”, cuja trilha sonora é muito boa, e roubando a namorada de Woody Allen (yay!!) em “Annie Hall”.  E, sim, ele veio ao Brasil, mas, diferentemente de muitos estrelões, veio no auge do sucesso, quando gravou o disco com o Olodum e Milton Nascimento. E eu, claro, fui. Ganhei um ingresso – cadeira numerada – mas estaria bem com a patuléia, porque fiquei de pé o tempo inteiro do show. Não sei se o rapaz ainda dá aulas, mas era professor de Literatura na Columbia University, em Nova Iorque.

Homeless–by Paul Simon & Ladysmith Black Mambazo

Para terem uma idéia da força da música, um amigo meu, que achava Paul Simon extremamente comercial, aplaudiu de pé, ao terminar a audição. 

Outra coisa: as pessoas “bem-pensantes” (intelequituais) criticaram Simon por quebrar o bloqueio por causa do apartheid. Ele nem ligou para isso. E ganhou o Grammy de melhor álbum em 1987.

Apenas um senão: África do Sul tinha um governo repressivo. Há outros, baixinho,há outros …!

Procurem ouvir Graceland e Rhythm of the Saints. Dá vontade de sair dançando!!

Paul Simon acompanhou minha adolescência, minha vida adulta e, agora, estou redescobrindo o “rapaz”.

Saudades do meu século XX fica por aqui. Semana que vem tem mais!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Não sumi!

Eu sei, eu sei: long time, no see …

É que eu ando trabalhando feito uma trabalhadora honesta, às vezes fico muito cansada para pensar em algo para escrever e, para não aborrecer o pessoal, eu fico “na minha”.

Sim, estou sem escrever, até sobre o meu time do coração, que anda numa fase MUITO ruim.

Owl_LOL

De resto …